O Roast de Charlie Sheen


Imagine ser ridicularizado com piadas pesadíssimas sobre seus gostos e hábitos na frente de um monte de gente. Não, eu não estou falando do ‘simples’ bullying que cada um de nós já sofreu em algum momento, mas sim de um grande Roast, expressão em inglês que significa ser ridicularizado na frente de um público com piadas e críticas implacáveis por conta de características pessoais/profissionais ou de determinadas situações. Nos EUA, berço desse tipo de espetáculo um tanto quanto bizarro, celebridades como William Shatner, Pamela Anderson e até Donald Trump já passaram pela experiência e na noite de segunda-feira, 19 de setembro, foi a vez dos americanos assistirem, pelo canal a cabo Comedy Central, Charlie Sheen ser devidamente ‘homenageado’ num programa que não só registrou a maior audiência da história de todos os Roasts já feitos, como também rendeu momentos engraçadíssimos daqueles capazes de fazer chorar de rir. Na gravação do programa garotas seminuas e pintadas de branco imitavam estátuas de “deusas” na entrada e o cenário estava todo decorado com referência ao meltdown de Sheen: vários trigres decorativos (em referência ao tiger blood), tochas de fogo e grandes “torpedos da verdade”. Ele entrou sentado num “Crazy Train” acompanhado pelo guitarrista Slash.

Apresentado por um afiado Seth MacFarlane (criador de Family Guy, American Dad e The Cleveland Show), o Comedy Central Roast of Charlie Sheen contou com participações de Steve-O, William Shatner, Mike Tyson(!) e outros que, em pouco mais de 1 hora, sacanearam-se mutuamente e bombardearam o ex-astro de Two and a Half Men com piadas que exploravam, sem qualquer pudor, desde seu histórico de agressões a ex-mulheres, namoradas e prostitutas, a problemas com drogas e bebidas. O ator Jon Lovitz, por exemplo, não abriu mão de mencionar o antigo emprego de Sheen ao dizer que a quantidade de cocaína que o astro seria capaz de consumir poderiar matar dois homens e meio. Outra que arrancou bons risos foi a comediante Amy Schumer, ao dizer que Sheen tinha muito em comum com Bruce Willis já que ambos perderam alguma coisa para Ashton Kutcher. Sheen, por sua vez, encarou tudo numa boa com muito humor e no encerramento, além de devolver algumas zoações, se despediu com um curioso e não menos divertido mea culpa: “Parei com esse negócio de “Winning”. Eu já venci. Eu tinha meu próprio programa e era muito bem pago por ele. Transei com várias estrelas pornô, abusei das drogas e aí um dia fiz aquilo que todo mundo gostaria de fazer: mandei meu chefe se fu…”
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Um comentário:

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